
O Mundo parou para assistir ao discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na quarta-feira (2) de março. Onde anunciou tarifas de pelo menos 10% para produtos de 185 países, com um grupo de 60 nações, principalmente da Ásia e Europa, enfrentando taxas ainda maiores. Aos países que, segundo ele, tem relação comercial "mais perversa" ao país americano terá taxa de 15%. O Brasil entra no grupo dos 10%.
Donald Trump está aumentando a guerra comercial ao impor novas tarifas. Ele rompe a maioria dos acordos estabelecidos anteriormente. Essa decisão pode afetar muitos produtos e provavelmente terá um impacto significativo nas relações comerciais entre os EUA e os demais países. As tarifas podem encarecer mercadorias e provocar represálias de outras nações, que já começaram a aprovar tarifação recíproca. A medida é parte da estratégia de Trump para proteger a economia americana e incentivar a produção nacional. Além disso, a situação gera preocupações sobre possíveis consequências na economia global e nas negociações futuras. Até mesmo os apoiadores do setor agrícola e até políticos já começaram a questionar e discordar das práticas Trumpistas.
O Brasil terá aumento de 10%. que começarão a valer entre (5) e (9) de abril. Isso, além dos 25% das tarifa de minérios de aço e ferro que já iniciaram. Trump também confirmou uma tarifa de 25% para todos os automóveis fabricados fora dos EUA. O Vietnã, Camboja e Taiwan terão taxações maiores, enquanto a China será a mais afetada, com uma tarifa total de 54%.Trump afirmou que suas medidas podem gerar US$ 6 trilhões em investimentos, uma afirmação questionada por especialistas.
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