O Ministério Público de Goiás (MPGO) se encontrou com representantes da Santa Casa de Anápolis e da Secretaria de Saúde para encontrar uma solução para a suspensão dos serviços de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) devido à falta de repasses. A Santa Casa parou de aceitar novos pacientes nas UTIs neonatal, pediátrica e adulta desde o último dia 25/3.
O promotor de Justiça Marcelo de Freitas destacou que houve uma inspeção na Santa Casa para avaliar o impacto da ausência de repasses. Ele informou que desde setembro de 2024, os repasses mensais de R$ 648 mil ficaram irregulares, com a falta de pagamento de janeiro a março, totalizando R$ 1,9 milhão.
Segundo o promotor , houve uma inspeção na Santa Casa antes da reunião para verificar o impacto da falta de repasses. A unidade de saúde tem (10) leitos na UTI neonatal, (10) na UTI pediátrica e (16) na UTI adulto, com leitos divididos entre os reguladores municipal e estadual.
O promotor pediu uma proposta da prefeitura para garantir a retomada imediata dos serviços de saúde e assegurar os repasses mensais.