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“Rainha da Sofrência” Raquel dos Teclados revela diagnóstico de autismo e emociona fãs

Cantora, que se tornou famosa com lives animadas durante a pandemia, recebeu apoio do público

09/08/2025 às 08h57
Por: Victor Santos
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Raquel dos Teclados, que viralizou na pandemia, revelou diagnóstico de TEA nas redes sociais (Foto: Reprodução)
Raquel dos Teclados, que viralizou na pandemia, revelou diagnóstico de TEA nas redes sociais (Foto: Reprodução)

Conhecida como “Rainha da Sofrência”, a cantora de arrocha Raquel dos Teclados emocionou o público ao revelar, nesta segunda-feira (4), que foi diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Aos 42 anos, a artista baiana usou as redes sociais para compartilhar a descoberta e refletir sobre as críticas e desafios que enfrentou ao longo da vida.

“Por anos fui mal interpretada. Já me chamaram de grossa, difícil, arrogante… e até eu acreditei nisso. Agora, com o diagnóstico, entendo que sou autista. Isso não muda quem eu sou, mas explica muita coisa que ninguém via”, escreveu.

Raquel ficou conhecida nacionalmente durante o período da pandemia de Covid-19, quando suas lives animadas viralizaram nas redes sociais. Com um estilo irreverente, misturando dança única durante os shows, muito humor e interpretação intensa das músicas, conquistou milhares de novos fãs e se consolidou como um dos principais nomes do arrocha romântico.

Cantora de arrocha conquistou fãs com danças únicas, humor e voz marcante (Foto: Reprodução)

 

No relato sobre o diagnóstico, a artista afirmou que a confirmação do TEA permitiu revisitar sua história com mais compaixão, compreendendo melhor suas reações e escolhas. “Essa descoberta me fez entender e perdoar minha história. E também me faz pedir desculpas a quem, em algum momento, se sentiu ferido por mim”, completou.

A postagem provocou uma corrente de apoio entre fãs e admiradores, que exaltaram a coragem da cantora ao abordar um tema tão íntimo. Muitos consideraram o gesto um importante ato de representatividade para pessoas neurodivergentes, reforçando a importância da empatia e do respeito às diferenças.

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