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Problema ou Solução? Prefeito de Anápolis ameaça romper contrato com a Urban após greve e impasse sobre subsídio

Prefeito buscou subsídio estadual para o transporte, mas repasses ainda não foram realizados

30/06/2025 às 14h59
Por: Victor Santos
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Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Durante reunião realizada na manhã desta segunda-feira (30), o prefeito de Anápolis, Márcio Corrêa (PL), fez um duro pronunciamento contra a concessionária de transporte público Urban, não descartando a possibilidade de rescindir o contrato com a empresa. A declaração veio após a deflagração de uma greve por parte dos funcionários da Urban, iniciada sem aviso prévio à Prefeitura, o que agravou ainda mais a crise no sistema de transporte coletivo da cidade.

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A empresa, que assumiu a operação do transporte público após vencer a licitação no ano passado, já vinha buscando apoio financeiro do poder público desde a administração anterior, com o argumento de que os custos para manter o serviço eram elevados. Na atual gestão, Márcio Corrêa também tentou viabilizar um subsídio para o combustível junto ao Governo Estadual, mas, até o momento, nenhum repasse foi efetuado.

Durante o encontro com sua equipe, o prefeito apontou o descumprimento de cláusulas contratuais como a principal razão para o impasse, citando a falta de renovação da frota como exemplo. “Já foi sinalizado o subsídio do combustível, mas isso não pode acontecer sem o compromisso da Urban em cumprir melhorias que até agora não apareceram”, afirmou.

Nos bastidores, a avaliação é de que a Prefeitura vinha adotando uma postura conciliadora, tentando manter o diálogo com a empresa para encontrar uma solução conjunta. Além das tratativas com o Governo Estadual, Márcio também incluiu a renovação da frota de ônibus entre os projetos apresentados ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal.

Ainda assim, o prefeito deixou claro que a paciência da gestão municipal está no limite. “Se está ruim para a empresa, assim como está ruim para o município e para os usuários, não há dificuldade em rescindir o contrato”, declarou, indicando que a rescisão pode ser considerada não como um problema, mas como uma possível solução para a crise no transporte coletivo em Anápolis.

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Sueli Pereira Lemes Há 1 ano Anápolis Goiás Eita, eita....falou falou e resolveu o quê?
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