
A Havan começou, em abril, o pagamento de indenização a colaboradores que, de acordo com decisão judicial, teriam sido pressionados por Luciano Hang a apoiar Jair Bolsonaro.
Realizados com parte em dinheiro e parte em vale-compras, a empresa cumpre uma ordem da Justiça do Trabalho de Santa Catarina, que impôs à rede e ao empresário uma condenação no valor de R$ 85 milhões por prática considerada como abuso eleitoral.
A sentença inicial foi proferida em janeiro de 2024, ainda com possibilidade de recurso. No entanto, em fevereiro deste ano, a ação foi encerrada após um acordo firmado com o Ministério Público do Trabalho de Santa Catarina, segundo a NSC Total.
“A Havan se comprometeu a enviar mensagem aos empregados informando que não fará mais manifestações eleitorais dentro das lojas, abrangendo enquetes e pesquisas eleitorais ou atos cívicos com cunho eleitoral. A restrição se aplica ao proprietário, diretores, representantes e prepostos”, informou o Tribunal Regional do Trabalho de Santa Catarina.
A idenização, fixada em R$ 1 mil, está sendo destinada a aproximadamente 15 mil empregados que faziam parte do quadro da Havan até 1º de outubro de 2018 — incluindo aqueles que já deixaram a empresa.
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