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Assédio Eleitoral em 2018: Havan começa pagar indenização a funcionários

Após acordo com Ministério Público do Trabalho, empresa paga R$ 1 mil a cerca de 15 mil empregados que teriam sido intimidados por Luciano Hang a votar em Bolsonaro

02/05/2025 às 01h29
Por: Redação Fonte: Redação
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(Foto: Reprodução / Rede Sociais)
(Foto: Reprodução / Rede Sociais)

A Havan começou, em abril, o pagamento de indenização a colaboradores que, de acordo com decisão judicial, teriam sido pressionados por Luciano Hang a apoiar Jair Bolsonaro.

Realizados com parte em dinheiro e parte em vale-compras, a empresa cumpre uma ordem da Justiça do Trabalho de Santa Catarina, que impôs à rede e ao empresário uma condenação no valor de R$ 85 milhões por prática considerada como abuso eleitoral.

A sentença inicial foi proferida em janeiro de 2024, ainda com possibilidade de recurso. No entanto, em fevereiro deste ano, a ação foi encerrada após um acordo firmado com o Ministério Público do Trabalho de Santa Catarina, segundo a NSC Total.

 “A Havan se comprometeu a enviar mensagem aos empregados informando que não fará mais manifestações eleitorais dentro das lojas, abrangendo enquetes e pesquisas eleitorais ou atos cívicos com cunho eleitoral. A restrição se aplica ao proprietário, diretores, representantes e prepostos”, informou o Tribunal Regional do Trabalho de Santa Catarina.

A idenização, fixada em R$ 1 mil, está sendo destinada a aproximadamente 15 mil empregados que faziam parte do quadro da Havan até 1º de outubro de 2018 — incluindo aqueles que já deixaram a empresa.

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