Em Goiânia, uma dona de sorveteria e sua funcionária foram presas por tentar comprar um bebê de 27 dias.
O delegado Humberto Teófilo informou que a mulher ofereceu R$ 5 mil à mãe e ao padrasto da criança, que também foram detidos.
Todos foram soltos após audiência, apesar da mãe ter confessado que queria vender o filho para quitar dívidas e fazer um curso de culinária.
A empresária negou a intenção de pagamento e disse que as mensagens eram apenas "brincadeira". Ela pediu ajuda à funcionária para encontrar uma grávida disposta a dar o filho e descreveu que preferia um menino preto.
A prisão aconteceu após uma denúncia anônima, e o bebê foi encaminhado a um abrigo supervisionado pelo Conselho Tutelar.
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